|
O
presidente da Venezuela, Hugo Chávez, não apenas pó ideologia, mas também pelo
estilo de ser, agrada alguns e desagrada a outros. Até mesmo quem comunga com
seus ideais pode não gostar de seu modo falador, por exemplo, que o coloca
sempre em evidência. Mas, muitos gostam de seu estilo falante, às vezes
debochado. Outros, porém, apreciam apenas de seus ideais e existe também quem o
repudia por completo. Falar exageradamente muito, é uma característica do
Presidente Chávez, é seu jeito de ser.
E quem fala muito, mesmo que sejam palavras sérias e importantes, pode provocar
desconforto e chatice. Enfim esta é uma questão pessoal do Hugo Chávez, ele
gosta de falar e não perde tempo. Mas não foi por isso que o Rei da Espanha,
Juan Carlos, o mandou calar a boca durante a última reunião da Cúpula
Ibero-Americana, em Santiago do Chile, quando fazia algumas críticas ao
ex-primeiro-ministro espanhol. Por traz do fato ocorrido existe algo mais. Ora,
o rei da Espanha mandar calar a boca de um presidente eleito pelo povo de um
país que foi sua colônia, mas que conquistou a liberdade e que agora é uma nação
livre e soberana. O que significa isso?
Quase todo este vasto continente era colônia da Espanha e tudo estaria sob o
jugo do rei espanhol. Em tempos idos, ele poderia mandar calar boca de quem quer
que fosse. Mas agora, as coisas mudaram. O rei só tem prestígio, mas pensa que
tem poder absoluto. O rei da Espanha ainda não aprendeu a se comportar de acordo
com os acontecimentos da história. Ele não é mais o imperador da América Latina.
Não há mais colônia espanhola por essas bandas. Ora o rei esqueceu que deste
povo latino americano nasceram José Martí, Simon Bolívar, Che Guevara e outros
compatriotas da Pátria Grande que encorajaram o povo a querer e lutar pela
liberdade e não aceitar mais a opressão.
As terras de muitos povos indígenas aqui existentes foram invadidas por
opressores europeus que foram terrivelmente cruéis, assassinos e não tiveram
piedade de nada nem de ninguém. Dizimaram povos e soterram cidades,
empreendimentos e organizações. Mas, desta terra latino-americana brotaram vozes
de vida e liberdade que vem mudando os rumos da nossa história. Passaram 500
anos de "cale a boca". Mas tem gente que não aceita isto. O fato do rei da
Espanha mandar que se cale a boca de Hugo Chávez, presidente eleito
democraticamente pelo povo da Venezuela, deve ser bem refletido por todos nós,
latino-americanos.
Este episódio demonstra que eles ainda têm vontade de nos mandar calar a boca.
Vamos ficar atentos. Dizem que o rei é uma figura simbólica, pois o poder
político pertence ao primeiro-ministro. Pode também ser simbólica a palavra do
rei. Tal simbologia representa a gana de nos calar. A simbólica frase do rei da
Espanha dirigida a Hugo Chávez, é para todos os povos da América Latina. Nossos
opressores não perderam a arrogância, não reconhecem plenamente nossa liberdade
e soberania. Ainda guardam, em seu ímpeto, o desejo de nos governar. Por isso, é
bom que Chávez não se cale. Ou o rei da Espanha e outros vão ter que ouvir os
gritos das pedras.
Frei Pilato Pereira é frade capuchinho
"Farei todo o possível, por todos os dias da minha vida, para
merecer esta homenagem". Com esta frase, o presidente da
República Bolivariana da Venezuela, Hugo Chávez, resumiu todo
seu sentimento por ter sido homenageado com a Medalha
Tiradentes, principal comenda do Estado do Rio de Janeiro, nesta
sexta-feira (19/01), na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro
(Alerj). Durante o discurso de agradecimento, que durou duas
horas e 10 minutos, Chávez exaltou Tiradentes e o comparou à
Simón Bolívar. "Estamos até hoje lutando pelo mesmo ideal de
Tiradentes, a liberdade. E esta medalha me compromete com o povo
do Brasil. Sinto-me um soldado do batalhão de Tiradentes", disse
o presidente venezuelano para uma platéia de aproximadamente 800
pessoas. A iniciativa foi do líder do PDT na Casa, Paulo Ramos.
Paulo Ramos, justificou a iniciativa falando
sobre a importância das posições adotadas por Chávez. "Na
América do Sul, vozes estão se levantando pelo direito do povo
optar por experimentar modelos alternativos, escolheres seus
caminhos. Além disso, é nosso dever assumir que o capitalismo
tem causado muitos problemas para vários povos", disse o
pedetista. A sessão foi comandada pelo presidente da Alerj,
deputado Jorge Picciani (PMDB). "É uma alegria recebermos Hugo
Chávez na Alerj, pois é um presidente que governa para o povo e
pelo povo, independentemente das vontades da elite. Além disso,
foi eleito pelo voto da grande maioria dos venezuelanos",
lembrou Picciani. Além dos deputados estaduais e do homenageado,
o deputado federal Chico Alencar (Psol-RJ), representando o
Congresso Federal, completou a mesa.
Chávez chegou ao Palácio Tiradentes às 18h25
e foi recebido aos gritos de "Chávez, amigo, o Brasil está
contigo". O presidente venezuelano foi recepcionado, na porta da
Alerj, por Picciani e Paulo Ramos. Antes de entrar no Plenário
Barbosa Lima Sobrinho, Chávez e sua comitiva conversaram
reservadamente com os deputados, na sala da presidência da Casa.
Sempre acompanhado por uma intérprete, o presidente foi recebido
por uma platéia que o aplaudiu de pé. Após o longo discurso, em
que abordou questões polêmicas na área da política, economia,
relações internacionais, energia e telecomunicações, o
presidente finalizou com sua tradicional frase: "Hasta la
vitória, siempre". Antes do encerramento da cerimônia, no
entanto, a cantora Beth Carvalho, presente ao evento, homenageou
Chávez cantando o samba-enredo da escola de samba Império
Serrano de 1949, "Exaltação a Tiradentes".
| Bolivarianos no
Joranal O DIA |

Você pode e deve participar da
campanha pela Anulação da Privatização da Vale do Rio Doce.
Compatriotas,
Com a presença de cerca de 15 voluntários bolivarianos o
mutirão de limpeza e pintura da futura Casa Bolivariana na
Federação das Associações de Moradores de Favelas do estado do
Rio de Janeiro - Campo de Santana 24 3º andar - foi um
sucesso. Das 9h as 18 horas faxinamos e pintamos o auditório e
a sala de trabalho onde serão instaladas a Biblioteca Darcy
Ribeiro e a Videoteca Glauber Rocha que desejamos inaugurar
junto com a casa no dia 17 de novembro quando do encerramento
da II Jornada Bolivariana e da realização do ato de
comemoração dos dois anos de luta do movimento bolivariano
Círculos Bolivarianos Leonel Brizola.
A primeira atividade na Casa Bolivariana será na terça 17 de
outubro as 18 horas quando faremos uma homenagem a Che Guevara
com um debate com o compatriota cubano Reynaldo Feijoo -
Especialista do Instituto Cubano de Amizade entre os Povos
para o Brasil sobre Cuba e a atual conjuntura latino-americana
e após a exibição do documentário "A Revolução não será
televisionada" e a fundação do Círculo Bolivariano José Marti.
| Modernização
capitalista e dependência na América Latina .....
|

Por Nildo Ouriques - Coordenador do OLA e professor
de Economia/UFSC
Nas duas últimas décadas a América Latina passou por
transformações que alteraram profundamente as relações entre o
estado, as classes e a economia. Estas transformações constituem
um intenso processo de modernização capitalista que aprofundou a
dependência latino-americana, característica essencial dos
países da região.Leia mais
http://www.ola.cse.ufsc.br/analise/20060403_nildo.htm

| Ato na Presidente
Vargas marca o Grito dos Excluídos no Rio |

Anualmente, o Grito dos Excluídos
une vozes de lutadores e lutadoras do povo para protestar contra
o descaso dos governos frente ao sofrimento da população. Nesta
12ª edição, as manifestações no Rio de Janeiro trazem o mote da
campanha que defende a reestatização da Vale do Rio Doce, tendo
em vista as irregularidades que cercaram o leilão. Em janeiro
deste ano, a 5ª Turma do TRF (Tribunal Regional Federal) de
Brasília decidiu que a venda da ex-estatal terá de passar por
uma perícia técnica e a privatização será revista.
Leia Mais
| CBLB:
Acervo da Videoteca Glauber Rocha |
Curso: |
|
Os amigos e amigas
interessados em ajudar o movimento bolivariano
Círculos Bolivarianos Leonel Brizola podem ver os
filmes e documentários do acervo da Videoteca Glauber
Rocha do Coletivo de Educação Popular/Escola
Bolivariana do Poder Popular que lhes interessem.
CONTATO 2459 1122 ou
coledupo.ebp@gmail.com
1. TERRA E LIBERDADE
2. A BATALHA DE ARGEL
3. TEMPOS MODERNOS
4. OUTUBRO - DEZ DIAS QUE ABALARAM O MUNDO
5. O ENCOURAÇADO “POTEMKIN
6. O VELHO - A HISTÓRIA DE LUÍS CARLOS PRESTES
7. PANTERAS NEGRAS
8. ROSA LUXEMBURGO
9. O INCRÍVEL EXÉRCITO DE BRANCALEONE
Veja a lista completa
|
|
|
Conhecendo e transformando a sociedade.
De 10 a 31
de outubro -
terças-feiras das 18h às 19h 30
minVamos refletir coletivamente sobre a
realidade brasileira e os instrumentos para
transformá-la...
10/10 A sociedade em que vivemos.
17/10 Os problemas do Brasil.
24/10 Como mudar a realidade.
31/10 Os movimentos sociais, políticos e as Assembléias
Populares
Em parceria com o movimento
bolivariano Círculos Bolivarianos Leonel Brizola e com a
FAFERJ, o Coletivo de Educação Popular – Escola
Bolivariana de Poder Popular realizará nos meses de
setembro, outubro e novembro de 2006 a primeira fase da
Missão Rui Mauro Marini de capacitação política no
espaço da futura Casa Bolivariana no Campo de Santana
24/3º andar.
Cada curso terá cerca de 15 inscrições que deverão ser
feitas com antecedência na secretaria da FAFERJ Campo de
Santana 24/1ºandar. As inscrições e o material do curso
são gratuitos.
Maiores informações no
local ou por
coledupo.ebp@gmail.com |
|

Facilitar
e acompanhar o processo de construção e
desenvolvimento do poder popular como espaço de
atores e praticas autônomas e co-responsáveis,
legitimamente constituídas desde as comunidades e
grupos organizados, desenvolvendo a unidade na
diversidade e uma vanguarda compartida que promova a
criação uma frente unitária de luta pela
libertação nacional e o socialismo. |
|
|
| |